Philos
aqui tem muito humor, novidades e brincadeiras mas também falamos de coisa séria!
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Por que nos arrepiamos???
Nós arrepiamos quando estamos com medo pela mesma razão que os gatos se arrepiam quando se sentem ameaçados. “O princípio geral é, se você está para ser atacado, tente parecer maior”, disse David Huron, um musicolólogo da Ohio State University. As pessoas não têm tantos pêlos como os gatos, mas os arrepios são resquícios de quando éramos peludos.
Os arrepios começaram como uma resposta ao frio. Quando o cabelo fica em pé, cria uma camada isolante ao redor do corpo. Mas há alguns milhões de anos, nossos antepassados se assustaram com um suposto predador e os cabelos arrepiados se tornaram um útil mecanismo de defesa. A herança dessa resposta fisiológica explica porque o medo está relacionado com o frio.
Calafrios também surgem quando sentimos qualquer tipo de surpresa ou emoção intensa, mesmo em uma música. Uma mudança de volume ou o momento em que o cantor começa a cantar. As pessoas costumam ter calafrios nas passagens em que o tom é “triste”, disse Jaak Panksepp, neurocientista da Washington State University.
É possível ter arrepios, várias vezes, ouvindo uma mesma canção. “O cérebro pode tolerar milhares de falsos alarmes para nos proteger de uma ocasião em que o alarme seja real”, explica Huron.
É por isso que quando sabemos que estamos seguros – como em um filme de terror, por exemplo – esses falsos alarmes podem ser prazerosos.
“Uma parte do cérebro está dizendo – “Oh meu Deus, eu vou morrer”. Mas a parte consciente diz que está tudo bem. Então, a pessoa se sente bem com os arrepios”, afirma Huron.
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
Garoto sofre de síndrome que faz com ele que não pare de sorrir
O menino britânico Ollie Petherick, de dois anos, sofre da síndrome de Angelman, um problema genético raro. Além da dificuldade de aprendizado e de locomoção ocasionada pelo problema, outro sintoma da doença é que ele carrega um sorriso permanente em seu rosto. As informações foram publicadas no Daily Mail.
A família vive na cidade de Devizes, no Reino Unido. A mãe, Annie Campbell, conta que notou que havia algo errado com o filho quando constatou que ele não conseguia concentrar-se. Aos seis meses de idade, já era possível perceber que seu desenvolvimento não era tão rápido quanto o do irmão mais velho.
Ela levou o garoto ao hospital, onde foi constatado que o problema era neurológico. Antes mesmo do diagnóstico final, ela já estava convencida de que o filho tinha a síndrome de Angelman, doença que ela tinha conhecido ao ler sobre o assunto em uma revista.
Annie conta que começou a pesquisar tudo o que pode sobre o assunto na internet e passou a frequentar grupos de apoio a mães de crianças com a síndrome.
“Eu me preocupo com ele no futuro e me pergunto como saberei se alguma vez ele ficar chateado ou triste, quando a Síndrome de Angelman faz com que ele fique tão feliz todo o tempo”, diz. Ela conta que, por enquanto, o sorriso do filho faz com que todas as dificuldades valham a pena.
A família vive na cidade de Devizes, no Reino Unido. A mãe, Annie Campbell, conta que notou que havia algo errado com o filho quando constatou que ele não conseguia concentrar-se. Aos seis meses de idade, já era possível perceber que seu desenvolvimento não era tão rápido quanto o do irmão mais velho.
Annie conta que começou a pesquisar tudo o que pode sobre o assunto na internet e passou a frequentar grupos de apoio a mães de crianças com a síndrome.
“Eu me preocupo com ele no futuro e me pergunto como saberei se alguma vez ele ficar chateado ou triste, quando a Síndrome de Angelman faz com que ele fique tão feliz todo o tempo”, diz. Ela conta que, por enquanto, o sorriso do filho faz com que todas as dificuldades valham a pena.
Um pequeno agricultor de Boading (China), que sofre de gangrena decorrente de embolia, amputou sozinho a própria perna direita por não ter dinheiro para pagar a cirurgia de remoção do membro recomendada pelos médicos.
O agricultor decidiu reagir. Em uma noite de abril de 2012, ele usou uma serra e uma faca para amputar a perna direita, menos de 14 centímetros abaixo do quadril.
"Usei a faca para cortar a pele a ponto de eu poder ver o osso. Então usei a serra para cortar o osso. Eu tinha um cinto apertando a perna para conter o vazamento de sangue", disse Zheng ao "Huffington Post", acrescentando que, durante o doloroso processo, a serra chegou a quebrar uma vez.
O drama do chinês não acabou. Ele precisará amputar a outra perna. Mas, segundo o "Daily Star", um médico de Xangai se ofereceu para fazer a cirurgia gratuitamente.
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Assinar:
Comentários (Atom)









.jpg)
.jpg)

.jpg)


.jpg)







